QUARTO DE GUNTER ALEK. TOWEË

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Gunter Alek. Toweë
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Postado em Dom Jul 31, 2016 2:01 am

sem ibagem
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Melanie Melborn Stoker
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Postado em Dom Jul 31, 2016 2:35 am


take me out



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.

O beijo perdurou alguns segundos após meus pés já estarem bem firmes no chão, e naquele momento eu me permiti me desligar da realidade, da culpa, dos constrangimentos e de tudo que pudesse me impedir de fazer o que meu instinto queria aquela noite. Aparentemente, o rapaz - não, eu ainda nem sequer sabia seu nome - sentia o mesmo em relação à instinto e consequências, porque não demorou a sugerir para que saíssemos dali. O consentimento surgiu em meus lábios em forma de um sorriso malicioso, e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, eu estava em seus braços mais uma vez, e dessa vez ele caminhava em direção da porta. Não tinha mais volta.

Após alguns instantes em que minha consciência já estava longe demais para decifrar os códigos que ele gesticulava para alguém ainda dentro da casa de Cora, estávamos próximos do elevador do andar. Ele tentou se explicar sobre o que se tratava, mas um riso mole meu mostrava claramente que eu estava longe demais dali para ligar. O fundo da minha mente queria tentar me alertar sobre o perigo que estava correndo sendo levada por um desconhecido, mas eu ignorava. O elevador finalmente abriu a nossa frente, e minha libido já estava alta demais para qualquer resquício de razão que ainda poderia restar em minha mente. - Finalmente... - minha voz soou mais rouca do que o costume propositalmente. Quando o elevador se fechou atrás do moreno, eu pulei de seus braços e me coloquei de costas contra o espelho, com minhas mãos apoiando-se nas extremidades enquanto subia uma de minhas pernas dobrando o joelho. Eu o observava provocativamente enquanto o moreno apertou o botão referente ao andar de modo automático, sem tirar os olhos de mim. Meu dedo indicador se levantou em um gesto provocativo, desafiando-o a se aproximar mais, que em resultou em um sorriso malicioso da parte dele enquanto se aproximava. Impaciente, desfiz minha pose e puxei o rapaz de uma vez, colando seu corpo contra o meu, e puxando seus lábios para um beijo cheio de desejo. Desejo aquele que já se mostrava visível em minha região intíma.

O rapaz prensou-me contra a parede e seu corpo, em seguida deslizando seus lábios pelo meu pescoço, retirando uma das alças do meu vestido. Não protestei, deixando que um gemido baixo escapasse pelos meus lábios. Sua outra mão desceu para a parte inferior do meu vestido, puxando sua barra mais pra cima, me permitindo mais liberdade com as pernas. Em resposta, levantei uma delas, colando-a em volta de sua cintura. Gesto esse que foi bem recebido com um aperto. Estava ansiosa para saber o que faria a seguir, afinal, meus gestos deixavam explícitos que ele tinha poder total sob meu corpo - assim como eu sobre o dele -, mas a porta se abriu, e felizmente, ninguém naquele andar esperava o elevador para presenciar a cena. Mais uma vez fui tomada nos braços com voracidade, e levada para dentro de um apartamento com urgência. Durante o percurso, meus lábios mordiscavam sua orelha e a região do seu pescoço, afim de provoca-lo ainda mais - com sucesso. Tentei observar os detalhes do apartamento, mas minha mente já estava distante demais para isso. Ao adentrar um cômodo enfim, fui jogada sobre a cama. O rapaz parecia me devorar com os olhos, como se admirasse um prêmio. Suspirei e revirei meus olhos de forma impaciente e o puxei pela roupa mais uma vez, ato aquele que não foi protestado. E mais uma vez, o estranho tomava meu corpo para si.



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Gunter Alek. Toweë
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Postado em Dom Jul 31, 2016 6:15 pm

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Já dentro do cubículo metálico, cujo apenas o fundo possuía um revestimento diferente, sendo este uma parede espelhada, Melanie escorreu por entre meus braços por vontade própria e se pôs de costas contra a parede, o joelho da mesma erguendo-se lentamente e ambas as mãos postas sobre o vidro, até que uma ergueu-se até certo ponto no ar e passou a gesticular com o indicador algo semelhante a um convite. Eu não retirei o olho dela em nenhum momento, de costas para o painel do elevador, minha mão tateou o menu até eu achar o botão que era referente ao do meu andar, a memória espacial de apertar ele várias vezes durante a minha rotina já sabia bem onde ele estaria. O pressionei sem cerimônias e atendi o convite sugerido por ela. Fui de encontro com um sorriso malicioso desenhado nos lábios e tive meu corpo tomado por ela antes mesmo de chegar perto, a impaciência alheia a fez sair daquela pose provocativa e me puxar numa velocidade que eu não sabia que ela era capaz de executar. Sem enrolações, nossos corpos colaram e tive minha boca tomada por um beijo repentino. Fechei os olhos e aproveitei o momento, deslizei minhas duas mãos para ambas as nádegas e as apertei com vontade, e depois puxei o corpo dela ainda mais para o meu para que ela pudesse perceber a excitação que eu já me encontrava, o desejo transparecia por meio de um volume na minha calça que eu não pude conter, pressionei-a entre meu corpo e a parede, a fazendo sentir melhor a ereção.

Finalizei o beijo com um chupão no lábio inferior de Melanie, mas não havia ainda terminado o trabalho com a boca. Meus lábios desceram contra sua pele até o queixo, onde eu parei apenas pra dar uma mordiscada de leve. Segui em direção ao seu pescoço exposto e depositei o beijo na extremidade esquerda, cuja localização exata, se traçasse uma linha imaginária da orelha para o pescoço, seria aquele ponto, na limitação entre a parte lateral e a parte traseira do pescoço. Desci a boca para a clavícula, seu ossinho definido lhe dava um ar mais sexy, emiti uma risada baixa com o pensamento e comecei a morder o local, caminhando com os dentes para o lado até que encontrei a alça de seu vestido, que rapidamente ficou entre meus dentes superiores e inferiores. Fazendo uso da boca mesmo, deslizei a alça para baixo, fazendo aquela parte escorregar pelo seu ombro. Minha mão, que estava outrora em sua bunda, agora encontrava-se na parte interna de sua coxa, eu estava subindo o seu vestido a medida que descobria novas áreas do corpo dela, sentindo a maciez de sua perna através da palma de minha mão gelada. Sua perna ganhou um novo leque de liberdade de movimentos sem ser limitada pelo raio que o vestido impusera, enroscou-se na altura de minha cintura e eu a apertei contra mim. Minha mão ainda estava em sua perna, que agora estava erguida, os toques encaminhavam-se para sua virilha, aproximando-se de sua região íntima a cada mínimo espaço de tempo que se passava. Antes que eu pudesse fazer mais alguma coisa, as portas abriram-se a minhas costas e eu "despertei". Desenterrei o rosto da região do pescoço dela e por apenas um segundo, encarei o espelho a minha frente, pude encarar minha face, o brilho de malícia que protagonizava meu olhar, provocado pela posse que eu estava tendo sobre aquela garota. Sem demoras para que a porta não se fechasse com nós dois ainda dentro, a peguei novamente no colo e saímos do elevador.

Com urgência, retirei o meu cartão magnético de acesso e o deslizei por entre a fechadura, a porta foi destrancada com sucesso. Dei um jeito de abrir a maçaneta sem soltar a mão do corpo dela e adentrei no apartamento, adentrando na sala, que era o cômodo de recepção. Fechei a porta as minhas costas com o pé e segui para meu quarto, a porta já estava aberta para que se ocorresse uma situação parecida com essa, tudo seria mais fácil de se resolver. Fechei a porta do meu quarto da mesma maneira que fiz com a do apartamento e a joguei o mais rápido que pude na cama, fiquei de pé próximo a ela, analisando de maneira profunda o estado em que ela se encontrava, e era um bem sexy, admito. O tempo que ela levou para decidir a roupa e ainda vestir, iria parecer uma eternidade com o tempo que eu demoraria para deixá-la nua. Tomado por pensamentos, não percebi que estava parado, até que fui puxado por mãos impacientes mais uma vez. Caí por cima dela com um sorriso malicioso, meu rosto na altura do seu, meu olhar trocando farpas com o dela, trocando sugestões, compartilhando desejo. Me encaixei entre suas pernas e ergui meu tronco para que eu pudesse retirar minha camisa, suas mãos vieram a pousar em meu peito, de maneira automática eu fechei meus dedos em torno do braço da garota e os deixei quietos acima da cabeça dela, pressionei os mesmos um pouco contra a cama, meu tronco rebaixou-se novamente e minha boca estava na altura de seu ouvido. — Me deixe terminar. — Sussurrei autoritário e desferi uma tapa na lateral de sua coxa, o mais próximo que pude de sua bunda, não forte o suficiente para ela sentir dor, apenas para mostrar a quem ela deveria obedecer. Mais uma vez, voltei minha coluna a posição ereta e desabotoei os últimos três botões da minha camisa social, a retirei sem pressa de meu corpo e joguei ao pé da cama. A gravata, que estava em torno de meu pescoço em um nó frouxo, dando uma aparência mais relaxada, não foi retirada. Ainda. — Eu deveria usar ela para amarrar as suas mãos inquietas até você controlar sua paciência. — Lentamente, desfiz o nó da gravata, mas este teve um destino diferente da camisa, eu a deixei ao meu lado na cama, numa parte em que eu teria fácil acesso caso precisasse buscá-la rápido.
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Postado em Seg Ago 01, 2016 1:12 am



i'm just a sucker for pain



I torture you Take my hand through the flames I torture you I'm a slave to your games I'm just a sucker for pain I wanna chain you up I wanna tie you down I'm just a sucker for pain

Meus olhos viajaram pelo tronco nu do rapaz até em baixo, onde foi possível ver o volume em sua cueca, causado pelo desejo. Rapidamente meus olhos voltaram para os seus em um olhar e sorriso malicioso. Não era justo não me deixar participar da parte mais divertida, que para mim era despir alguém, mas tendo sua voz rouca e autoritária em meu ouvido ordenando para que eu esperasse, somado ao tapa em minha coxa, nada pude fazer a não ser obedecer. Só esperava que ele também arrancasse minha roupa tão rápido quanto a dele. Seus movimentos pareciam ser em câmera lenta, e isso só me enchia ainda mais de desejo. Talvez meu sorriso malicioso tenha denunciado isso, pois enquanto retirava a gravata, comentou que deveria me amarrar com a mesma. - Prenda-me se for capaz, então - ergui uma sobrancelha em desafio, sustentando o olhar cheio de malícia. Não precisei pedir duas vezes. O rapaz se prontificou em atender meu desafio em movimentos rápidos, amarrando meus braços à cama enquanto comentava alguma coisa sobre eu ser atrevida, mas nada fiz a não ser ceder. Você não viu nada.

Aproveitei sua deixa, enquanto me amarrava, erguendo meu tronco para prender minhas pernas ao redor de seu tronco, numa posição nada elegante. - Quem tá preso agora? han?. Aproveitei a posição que estava para força-lo a trocar de lugar comigo, o que não foi tão difícil tendo em vista que ambos de nós estávamos bêbados. Me mantin Ele tentou protestar, tomar o controle, mas eu o impedi. Me sentei sobre sua ereção. Em seguida me movi, e abri seu zíper lentamente, para que sentisse a mesma tortura que senti enquanto retirava a camisa. Ainda com movimentos lentos, puxei sua calça para baixo, revelando o volume escondido ali dentro. Ousei retirar também sua cueca sem cerimônias, deixando amostra o pênis que parecia animado para a ação que aconteceria mais tarde. Sem pudor, só desejo, deixei em sua glande alguns beijos e chupões leves, apenas para anima-lo para o que viria mais tarde. Não deixaria toda animação acabar ali antes de brincar mais um pouco.

Notando o desejo, e até mesmo a decepção ao notar que eu havia parado, me sentei sobre e a ereção e passei a me movimentar como me movimentava mais cedo, ao som da música sobre a mesa da adega. Em seguida, passei a gravata em volta de seu pescoço, puxando suas extremidades para força-lo a se sentar com meu corpo em seu colo. - Eu bem que queria deixar você me dominar assim logo de cara, mas não vai ser tão fácil assim - disse com meus labios nos seus, deixando ali uma mordida em seguida. Levei minhas mãos até sua nuca e puxei seus lábios para um beijo quente, explorando cada canto de sua boca com delicadeza enquanto sentia suas mãos ao redor do meu corpo. Nem preciso comentar no quanto eu estava me divertindo com aquela tortura, embora já estivesse pronta para a diversão de verdade.




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Postado em Seg Ago 01, 2016 2:35 pm

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Minha voz autoritária pareceu ter surtido efeito, eu pudia perceber em seu olhar, ela estava desejando acompanhar os movimentos que eu fazia enquanto retirava a minha roupa, mas ela se deteve, mostrando uma boa dose de respeito a mim, que eu achava que ela tinha, mas essa consideração foi levemente abalada quando ela me lançou uma provocação quando eu sugeri amarrá-la. Mordi o próprio lábio inferior e repousei o meu olhar sobre sua face, ela estava disfarçando aquela provocação em um desafio. Ela tá duvidando de mim? Impaciente, peguei novamente a minha gravata e puxei uma de suas mãos até um certo detalhe na cabeceira da cama que já havia sido projetada nesse intuito, uma saliência em alto relevo que literalmente destacava-se da cabeceira, sendo um lugar perfeito para amarrar, e assim tentei fazer, envolvi o punho da universitária contra a "coluna" destacada com a gravata. — Você é muito atrevida. Não tem problema, gosto assim. — Falei num volume baixo, mas que fosse alto o suficiente para ela escutar perfeitamente o que eu falava mesmo com os rostos distantes um do outro.

Quando fui finalmente fechar um nó, senti duas pernas fecharem-se em torno do meu quadril. Parei o que estava fazendo para observar o que ela estava tramando e tentei me mover por entre suas coxas. Recebi uma provocação sobre quem estaria preso. Então é isso, ela quer brincar, então vamos brincar. Decidi entrar em seu jogo, ela já estava tão bêbada que seu "abraço de perna" firme ia ficando frouxo com o passar dos segundos, e não demorou muito para chegar num estágio em que não seria fácil de eu escapar, mas eu queria ver o que ela iria fazer comigo, se ela quer me usar, que assim o faça. Sem jeito, ela tentou me trocar de posição, e eu a ajudei de bom grado, mas sem deixá-la perceber que eu estava cooperando. Agora, eu estava por baixo e ela estava por cima. Para ficar mais convincente, dei fracos indícios de quem tava querendo escapar e ela usou o peso do seu corpo sobre o meu para tentar suprimir qualquer tentativa minha de fuga, agora que ela já estava convencida, seria só aproveitar e observar onde la queria chegar com tudo aquilo. Seu vestido subiu levemente pela coxa da universitária e revelou uma pequena parte que eu ainda não tinha visto com os olhos, com o tecido mais para cima, ela obteve a liberdade de conseguir sentar sobre o volume que estava sob minha calça, ela me deixou assim, me excitou até esse ponto, nada mais justo que deixá-la desfrutar. Infelizmente, o contato não tava sendo intenso o suficiente, pois além de existir os empecilhos que eram minha calça e minha cueca, ainda havia a calcinha de Melanie por debaixo do vestido.

Não fui o único a encarar aquilo como um obstáculo, sem demoras as mãos impacientes da Melanie desceu o zíper da minha calça até numa velocidade lenta para me provocar, eu sabia que aquilo era o troco pelo que eu tinha feito com ela durante o início disso tudo. Minha calça foi o próximo alvo a ser abaixado no mesmo modo lento, mordi meu próprio lábio inferior para conter um suspiro pesado e desviar alguns pensamentos pervertidos meus que me vinham a cabeça agora, não sei até quando eu iria deixá-la no comando, ou melhor, até quando eu ia me segurar sem perder o controle. Ela também abaixou minha cueca, mas esta foi retirada de sua posição comum de uma maneira mais rápida antes de juntar-se a altura da calça, assim que o tecido descobriu minha pélvis, meu membro ereto pulou para fora como se quisesse dizer oi. Esbocei uma risada baixa para que ela não pudesse escutar, não sei porque mas eu achei aquilo engraçado. Provavelmente efeito do álcool. Senti a textura dos lábios inferiores e superiores da universitária contra minha cabecinha, ela passou a depositar breves beijos em minha glande, e alguns desses beijos passavam a se tornar chupões fracos com o passar do tempo. Minha vontade era de aninhar minha mão nos fios de cabelo da sua nunca e foder aquela boca que me parecia maravilhosa, mas ainda continuei me controlando.

O contato de sua boca com o meu pênis cessou, e notando a ausência, minha expressão passou a ser uma mescla de tédio e tristeza, um pequeno biquinho formou-se no meu rosto a procura de conseguir algum dó vindo dela e sorri maliciosamente ao ser atendido. Ela voltou para cima de mim e sentou sobre o meu pênis, que encontrava-se deitado devido o peso dela entre sua intimidade e minha barriga. A cada movimento que ela fazia, eu podia sentir a textura de sua calcinha me arranhando aos poucos, eu ainda não havia visto qual peça íntima ela estaria usando, mas isso não importava muito, se era uma larga bege, uma provocativa de renda preta ou um fio dental sexy, eu iria retirar daquele corpo do mesmo jeito. A minha gravata passou por trás do meu pescoço e Melanie me puxou para frente, meu corpo acompanhou a origem do puxão e logo fiquei sentado na cama com ela ainda se movimentando sobre meu pênis. Emiti uma baixa risada rouca ao escutar a frase que ela proferiu para mim e me limitei a esboçar um sorriso malicioso enquanto minhas duas mãos entravam sem seu vestido pela parte de baixo e agarravam a sua bunda mais uma vez aquela noite. — Eu sei que você tá louca pra que eu te amarre, te ponha de quatro e foda essa sua boceta viciada que você tem entre as pernas, enquanto eu puxo o seu cabelo. Não se faça tanto de difícil, gostosa. — Destaquei a última palavra da frase com um tapa em cada nádega de Melanie desferidos ao mesmo tempo, fazendo o estalo predominar o quarto. — Agora, se me permite, me liberte para que eu possa chupar essa boceta encharcada. — As palavras que fiz questão de colocar em meu sussurro lhe passavam a sensação de dominatrix e eu pude ver em sua face que isso a agradava muito, a palma das minhas mãos deslizavam carinhosamente sobre suas nádegas quentes provocadas pelo tapa a fim de suavizar a sensação de ardência.
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Postado em Ter Ago 02, 2016 9:58 pm



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Minha expressão provocativa de converteu em uma careta confusa quando o rapaz mencionou que meu verdadeiro objetivo era ser colocada de quatro e fodida, com algum. Minha vontade era parar tudo e perguntar com quem ele achava que ele estava falando, e mostrar que eu era uma dama e não gostava daquele tipo de palavreado. Porém, em minha posição - ali, quase transando com um desconhecido -, eu poderia exigir nada, a não ser provocar ainda mais. Também era difícil argumentar contra seu palavreado quando ele entonava uma voz rouca e sensual que me deixava ainda mais louca para ser dominada. - Eu acho que você fala demais e faz de menos - disse de modo provocativo, erguendo uma das sobrancelhas, com nossas bocas coladas, finalizando a frase com uma forte mordida em seu lábio inferior. Com aquela atitude, esperava que explodisse nele uma vontade de se provar. E assim exatamente aconteceu.

Em questão de segundos eu estava com as costas no colchão, tendo meu pescoço quase literalmente devorado. Tão rápido quanto se impôs, também tratou de retirar meu vestido, que deslizou sobre meu corpo até os pés com urgência, e o mesmo destino levou minha calcinha. Passou alguns outros instantes  admirando meu corpo nu como como um prêmio de caçada daquela noite. Não precisei chamar sua atenção para te-lo sobre meu corpo mais uma vez. Eu que já estava farta de esperar para a verdadeira ação da noite, e automaticamente permiti que nossos corpos se colassem. Enquanto meus lábios exploravam seu pescoço com direito a pequenas mordidas, minhas minhas unhas passeavam levemente por suas costas e minhas pernas se fechavam ao redor do seu tronco. - E então? Vai me foder como disse ou não é tudo isso que prometeu? - mais uma provocativa lenta, bem próxima a sua orelha, enquanto minhas mãos desciam o suficiente para tocar seu membro ereto no que parecia um carinho, mas se mostrou ser uma ordem quando meus dedos se fecharam em torno dele.




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Postado em Qui Ago 04, 2016 3:56 am

Não leia, conteúdo +18, contém BDSM:
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As pré-eliminares estavam fluindo de maneira até que agradável para mim, mesmo eu estando sendo "dominado" por ela, para agradá-la. Até que ela me provocou num nível que não deveria chegar nem perto. Franzi o cenho e fechei a cara que expressava uma face brincalhona, ela estava duvidando da minha capacidade, sugerindo que eu, talvez não fosse o que eu estava vendendo. Juntamente da resposta, também recebi uma mordida na boca. Meu olhar passou a demonstrar uma leve irritação, a palma de minha mão mais uma vez encontrou-se contra a nádega dela numa tapa forte. — Olha a maneira de como fala comigo. — Me pronunciei sobre sua postura logo após o estalo do tapa cessar no quarto. Após a palmada disciplinar, coloquei ambas as mãos em sua cintura e devido eu ser muito mais forte que ela, também contando com o fato de que ela estava bêbada, me desvencilhei de suas pernas sem muitas dificuldades, a joguei contra a cama novamente sem delicadeza e me pus por cima da garota. Eu não podia decifrar o seu olhar, se ela estava achando estranho, ou se estava gostando, ou se estava assustada ou se estava achando no mínimo engraçado, mas eu também não me importava em entender o que ela estava sentindo.

Minha boca mais uma vez estava jogada contra o pescoço da universitária, desbravando novamente toda aquela pele branquinha que dá até pena olhar e encontrar alguma marca. Pena pra ela, eu acho é maravilhoso. Ambos meus membros superiores trataram de retirar aquele vestido num movimento rápido e sem cerimônias, a peça encontrou o chão como seu rumo, e a mesma coisa pode-se dizer para a calcinha. Agora ela estava nua para eu usar aquele corpo como bem entender. Percebi que eu não estava nu por completo, ela havia abaixado minhas calças junto da cueca até pouco abaixo do joelho para ter contato com o meu pênis. Revirei os olhos e retirei as últimas peças do meu corpo, agora ambos estávamos despidos, e ela estava por baixo de mim, com os mamilos rosados de pé, totalmente eretos. Me prontifiquei sobre ela mais uma vez após a retirada do seu vestido e senti suas pernas fecharem-se em torno do meu quadril e sua mão indo de encontro ao meu órgão responsável pela cópula. Sua doce voz mais uma vez adentrou em minha cabeça, e eu mais uma vez franzi o cenho, ela estava me provocando de um modo que eu não admitia, apesar de bêbado eu ainda tinha os meus princípios. Sua rebeldia merecia uma medida drástica, mas eu não poderia fazer nada sem seu consentimento. — Eu vou sair por um minuto, e quando eu voltar, você vai me obedecer, eu vou te usar e vou te foder como uma puta que você é merece ser fodida, utilizando alguns acessórios. Tá de acordo? — Ela iria provar de um meu lado que poucas conheceram, sua indisciplina me fez chegar a este ponto, embora que, eu não iria muito longe nessa prática com ela, apenas educá-la um pouco mais era o suficiente para mim, mostrar aquela puta quem ela deveria respeitar. A garota, não sei se por estar bêbada ou curiosa até esse ponto, meneou com a cabeça em afirmação. Mordi o lábio com excitação e depositei um breve chupão em seu mamilo direito, antes de mais uma vez me desvencilhar de suas pernas e sair do meu quarto.

Voltei após pouco mais que um minuto, eu trazia comigo uma mala de viagem, fechei a porta as minhas costas e observei que ela continuava deitada a minha espera. Sorri maliciosamente e puxei a mala pelo quarto até que pude colocar em cima da cama, não estava muito pesado pelo fato de eu não estar carregando roupas. O conteúdo foi revelado assim que eu puxei o zíper e abri para que ela pudesse ver o que continha. — Você vê? Eu vou te amarrar. Vou te usar de uma maneira que nunca te usaram antes. Se não se sentir confortável, pode pegar o vestido e sair por aquela porta, te dou um minuto para decidir, enquanto eu preparo o que vou precisar para te disciplinar. — Ela não hesitou, não pareceu pensar sobre e ao menos se mexeu na cama. Mal havíamos começado e ela já estava me agradando. Retirei algumas cordas de dentro da mala, sua composição era de nylon e poliester, a coloração era preta como ônix, o uso era para suspensão de cadeiras e auxílio em para-quedas, ah sim, vou suspender cadeiras com essas cordas sim. Cada corda que eu retirei tinham exatos 1 metro de comprimento, era o necessário, talvez até um pouco exagerado. — Fique de quatro. — Ordenei para a garota, a qual me obedeceu sem questionar e se pôs sobre seus quatro membros sobre a cama. Me posicionei atrás da garota, de pé, com algumas cordas repousadas sobre meus ombros. Tsc. Pressionei minha mão na altura de suas costas para fazê-la abaixar seu tronco e deixar apenas sua bunda erguida, toda empinada para mim. Puxei suas mãos para trás de suas costas e juntei os seus pulsos, mantive seus dois braços unidos segurando com minha mão esquerda, aplicando uma certa força para não soltar, enquanto a mão direita buscava uma corda em meu ombro. Sem demoras, comecei a amarrar na altura de seus pulsos, e por a corda ter 1 metro, a corda compreendeu uma área do pulso rumo a direção do cotovelo, mas não chegou a tanto, pois utilizei duas camas de corda para reduzir a extensão, vulgo enrolar duas vezes com a mesma corda. Seus braços agora estavam amarrados, se encontrando na altura exata do pulso, sobre as costas, ela não tinha opção agora a não ser pousar o rosto sobre a cama e manter-se empinada para mim.

A mão que estava segurando as mãos da garota, e que agora teve sua função exercida pela corda, pode se ver libre para explorar aquelas costas com o tato. Deslizei vagarosamente a mão pelo local, analisando a minha submissa mal educada. Deslizei a mão por lá até que encontrei uma de suas nádegas, fechei meus dedos e agarrei aquele pedaço de seu corpo com vontade, busquei uma corda com a mão direita e não foi para amarrá-la, não neste momento, já que toquei ambas as extremidades da corda e a deixei num formato de 0 deitado. Segurei firme na metade de sua extensão e desferi um golpe contra a nádega oposta a que eu segurava. Escutei um gemido de dor preencher os meus ouvidos. Frescura, não havia aplicado força mínima para isso. — Espero que você demonstre mais respeito para mim a partir de agora. Eu sou seu dono, e você não vale o oxigênio que respira. Estamos claro? — Observei um gesto de afirmação vindo de sua cabeça. Eu poderia ter respondido um "Ótimo", mas eu não estava afim de falar mais que o necessário em sua sessão de disciplina. Me ajoelhei atrás de seu corpo e desfiz o formato que eu havia adotado para a corda que a utilizei para bater, agora eu iria usá-la em uma função que ela também não havia sido fabricada, novamente iria amarrá-la em alguma parte de seu corpo. Com as mãos, colei suas pernas uma nas outras e deslizei a palma por suas coxas, joelhos, até chegar na altura do tornozelo, aquele era o lugar. Juntei seus dois pés a partir daquele ponto e assim como fiz em suas mãos, amarrei com duas voltas tornozelo à cima, após finalizado com um nó firme, parecia até uma meia em um tamanho considerável. Restavam duas cordas em meu ombro.
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Postado em Sex Ago 05, 2016 11:50 pm



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Sempre imaginei como seria fazer sexo sadomasoquista, e sem mais nem menos lá estava eu, com um estranho sendo amarrada e colocada em posições esdrúxulas como um frango de padaria. Até ali tudo bem, mas a demora em que o rapaz tinha levado para deixar o quarto e voltar com seus brinquedinhos, me faziam perder o tesão profundamente. Mas tudo bem, eu assentia com tudo o que ele pré estipulava, toda aquela coisa de dominante e submissa. Talvez estivéssemos perto da parte em que tudo aquilo fica da hora, apesar de querer acabar logo com aquilo para poder dormir e curar aquela ressaca.

Eu estava de quatro numa posição pra lá de humilhante, mas eu estava incrivelmente ok com tudo aquilo. Ele parecia estar se divertindo, e havia algo de prazeroso nisso e na sensação de experiência nova. Entretanto, eu estava começando a ficar impaciente, e suas exigências me entediavam. - Sim mestre - assenti em obediência à aquela, e a todas as outras frases bizarras que havia dito pouco tempo atrás. - Você é meu dono, eu não valo o ar que respiro, você vai me usar e blá blá blá - disse com tédio. - Agora dá pra me foder logo? Antes que eu perca o tesão e durma? - bufei com a cara contra o colchão. Aquela posição cansava, sem falar do torcicolo, mas não podia voltar atrás naquela altura do campeonato, e também estava decepcionada por estar perdendo uma fodinha sensa. Será que tudo aquilo era enrolação para esconder o fato de que ele havia broxado? - Olha, se você estiver com algum problema ai, a gente pode pedir uma pizza e a gente tenta de novo mais tarde só com a gravata - afinal, a ideia da gravata tinha me agradado. Agora com aquele tanto de aparato em cima da cama, ele estava metendo o loco.



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Gunter Alek. Toweë
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Postado em Sab Ago 06, 2016 1:22 pm

Não leia, é apenas uma partida de UNO plus eighteen:
We can get a little crazy just for fun, just for fun. Don't even try to hold it back Just let go. Tie me up and take over till you're done; Till I'm done. You've got me fiendin' and I'm ready to blow.
Apreciei o seu corpo amarrado pronto para o meu uso, ainda repousavam duas cordas em meu ombro, e eu já sabia exatamente em que ponto amarrar aquela garota rebelde, sua falta de disciplina me deixava puto, pistola, revólver, tanque de guerra, bazuca, míssil nuclear. Revirei os olhos assim que escutei a sua afronta e ameaça sobre parar a foda e franzi o cenho, eu não entendi muito bem o que ela havia falado, eu escutei sua fala toda distorcida por um instante. Mais uma vez, a garota abriu a boca mais uma vez e nem foi para me chupar, desta vez eu escutei tudo limpo e consegui processar a mensagem que ela estava tentando me passar. A verdade é que a quantidade de álcool em meu sangue "necessária para me manter consciente" não tinha sido muito bem administrada tão bem quanto eu pensava, nada grave, mas me atrapalhava, e um efeito claro disso foi que no lugar de se irritar com o que ela disse, eu passei a rir com aquela piada, era uma piada, né?! Olhei para baixo e pude visualizar o meu membro que permanecia ereto, rígido e pulsante, as veias saltadas que o recobriam estavam dilatadas, permitindo um fluxo melhor de sangue. "Dá um desconto pra ela, você tá bêbado, ela tá bêbada, e você não deve amarrar a pessoa no primeiro encontro, na verdade até pode, mas de preferência que estejam sóbrios, porque eu tô falando comigo mesmo na terceira pessoa? Que se foda também. Será que tem pizza na geladeira?"

Após um debate interno comigo mesmo, joguei as duas cordas que repousavam sobre meu ombro em algum lugar do quarto e me posicionei melhor atrás da garota, minha glande foi de encontro com seus lábios vaginais, comecei a exercer pequenos movimentos de vai e vem sem de fato entrar em sua intimidade, era semelhante a cutucadas. Em seguida, passei a provocar um atrito de vai e vem por toda a extensão do meu pênis contra a sua cavidade, eu podia sentir a lubrificação natural de Melanie me proporcionar um deslizamento melhor por ali, já estava na hora de parar de enrolação, assim como ela, eu também estava querendo isso, não fodo desde a semana passada. De início, lhe invadi sem nenhum aviso prévio apenas com a cabecinha, a palma de minha mão pousou em ambas as nádegas e cravei meus dedos nas mesmas, suas pernas estavam amarradas e isso impedia uma abertura melhor, então eu tive de abrir as suas nádegas, puxando uma em direção oposta para a outra, aquilo também me proporcionava uma breve visão de seu orifício anal. Será que ela era dessas? Aquela cavidade me parecia virgem. Deslizei para dentro de sue interior num movimento suave, a linha tênue de lubrificação natural que escorria através da minha uretra juntava-se com a lubrificação da garota dentro de seu interior, interior esse que era quente e insistia em comprimir o meu membro com as paredes vaginais. Úmida, apertada e quente, apesar de todas as bocetas terem essas qualidades, você só consegue explorar o máximo delas se for de uma ninfeta como essa.
We can get a little crazy just for fun, just for fun. Don't even try to hold it back Just let go. Tie me up and take over till you're done; Till I'm done. You've got me fiendin' and I'm ready to blow.
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Amante do Caim
Melanie Melborn Stoker
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Postado em Sab Ago 06, 2016 5:59 pm



i'm just a sucker for pain



I torture you Take my hand through the flames I torture you I'm a slave to your games I'm just a sucker for pain I wanna chain you up I wanna tie you down I'm just a sucker for pain

Talvez fosse por minha causa, ou talvez ele estivesse tão esgotado quanto eu, porque decidiu me dar ouvidos e desistiu das demais cordas - que sabe se lá onde ele colocaria agora -, e finalmente finalmente partiu para o ato em si. Apesar da posição difícil, pude sentir seu membro me invadir em movimentos razoáveis de vai-e-vem, mas o prazer que sentia não era o suficiente nem se quer para soltar uns gemidinhos. Pensei em forjar alguns, talvez isso o excitasse mais e acabasse com aquilo o mais rápido. Não era segredo que aquela fodinha foi uma piada, já que ele era o único que parecia estar se divertindo ali, mas naquela altura do campeonato não tinha volta, mas tudo ficaria bem desde que ele não inventasse de fazer algo com a segunda cavidade. Me perguntava onde estaria meu celular, pois essa seria uma boa hora para checar emails e redes sociais. "Essa é a última vez que você fode com um velho, Melanie", disse a mim mesma. Apesar de gostoso, quantos anos ele deveria ter? Trinta? Talvez depois daquela noite eu o apresentasse para minha irmã. Ela não só deveria curtir um sexo geriátrico daquelas, como também deveria estar precisando.

- Hmmm... - soltei distraidamente entediada, enquanto tentava me remexer em seu membro com certa dificuldade e prazer zero. Dizem que a dor no sexo sadomasoquista dava prazer, mas nem seus tapas era capaz de fazer com que eu sentisse alguma coisa. Talvez estivesse bêbada demais para isso, ou minha bunda estava dormente naquela posição. Senti seus movimentos se intensificarem conforme o ápice se aproximava, e de certa forma aquilo me satisfazia por que eu sabia que finalmente iria sair daquela posição. Momentos depois ele ejaculou sem pudor algum e soltou um suspiro, relaxando os músculos. - Hm, ótimo - disse sem emoção. - Já pode me libertar, mestre? - perguntei com pouco caso, antes do rapaz me libertar daquelas amarras bizarras. Caímos em exaustão sobre a cama ao mesmo tempo, com ele arfando bem mais do que eu. Tratei de me cobrir com o lençol sobre a cama, e não fiz questão de manter algum contato afetivo após o fisco ato sexual. Minhas mãos tatearam criado mudo ao lado da cama, me perguntando se ele tinha algum maço de cigarro ali ou algum relaxante muscular, até encontrar um dos dois. Não pedi permissão ou fiz cerimônia para acende-lo em meus lábios, dando uma tragada longa. - Aliás, meu nome é Melanie. Qual o seu? - perguntei, lutando para manter meus olhos abertos.




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