Adega

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Gunter Alek. Toweë
Amante do Caim

Postado em Sab Jul 30, 2016 1:38 am

let's drink laugh and play

u knw wt im say

Abri um sorriso largo assim que vi Peter adentrar na adega. Quando seus olhar pairou sobre meu rosto, eu não me segurei e ri amplamente, sem tentar esconder de ninguém, nem ao menos minimizar o volume. Observei uma de suas mãos colar no seu corpo, e acompanhei o trajeto dela com o olhar. Um sentimento de dúvida surgiu em mim a medida em que ela descia, opa, já estava baixa demais, ele não vai fazer isso... Ele vai fazer isso. Sua mão fechou em torno de sua genital por cima da roupa, a mão livre fez o trabalho de chamar minha atenção, o que, venhamos e convenhamos, não precisou. E pra piorar, o filha da puta começou a movimentar o quadril para cima e para baixo num modo uniforme. Tentei conter o riso, mas meu rosto já se encontrava numa coloração avermelhada, parecia que eu explodiria por dentro, e então, emiti outra gargalhada. Sua primeira frase para mim já veio apegada a um xingamento - de brother, nada que fosse em caráter ofensivo que usasse o sentido ao pé da letra da expressão - juntamente do fato de não termos avisado a ele que era no mesmo prédio.

— Você não perguntou, seu louco filho da puta! Todos olharam pra gente, acharam que eu isso era uma espécie de show particular! — Tentei demonstrar uma irritação que definitivamente não existia, simultâneo a uma erguida de sobrancelhas. — Seu puto! — Complementei juntamente com uma tapa que eu desferi em sua bunda, fiz questão de aplicar força o suficiente para estalar, agindo puramente em caráter de brotheragem. A tentativa de parecer sério não durou muito tempo, logo eu voltei a rir da atitude idiota que ele fez. Peter não quis ficar em pé por muito tempo, optou por sentar próximo a mim com as costas repousada na parede. Olhei para o meu lado e não vi Caim, ele pulou a cerca sem nem antes avisar, provavelmente ele foi atender o pedido do seu instinto de caçador para ir a caça. Minhas suspeitas confirmaram assim que o vi retornar da direção de uma ruiva, eu já havia falado com ela uma vez, nada muito longo. Olhei para Caim com certa malícia no olhar, meio que dizendo "Eu vi aquela pegada", mas não manifestei nada verbalmente. Pendi a cabeça para trás como ele sinalizou e abri a boca quando o gargalo da garrafa aproximou de meus lábios, mas não chegou a executar contato físico. O líquido desceu pela minha boca sem fazer muitas cerimônias com a minha língua, o gosto era meio que inusitado, a garrafa sem rótulo me deixava com mais dúvidas sobre a origem daquilo, eu só sabia que era um tipo de mistura que Caim havia feito.

Ele fez o mesmo com o Peter, e eu o observei esboçando uma leve careta no rosto com o gosto que insistiu em fixar na minha boca. "Nunca mais bebo nada que venha desse daí." O gosto não era bom, mas pelo menos não descia tão pesado. Minha atenção foi solicitada pelo Peter por meio de um "Gunter". Virei o meu rosto para ele e antes que eu pudesse perguntar o que foi, eu já meio que sabia o que ele iria me perguntar só com o olhar, não era a primeira vez que ele fazia isso. — Alvo? Eu não sei do que você tá falando. — Forcei um olhar de quem estava confuso, mas o sorriso em minha cara negava aquilo. Ele insistiu no assunto, e eu por fim cedi. — Aquela ali. — Estendi o meu indicador de modo sutil na direção de uma garota que havia chegado recentemente, e que já veio bêbada. Eu não tinha uma visão clara do seu rosto pois ela encontrava-se com a cabeça virada para o lado oposto, analisando alguma coisa com o olhar, talvez. — E antes que o senhor fale que não vale, já que ela tá meio que bêbada, saiba que eu ficarei semelhante. — Peter pareceu entender bem o que eu estava dizendo e lhe entreguei um sorriso cúmplice que foi retribuído de mesma forma. Resolvi levantar daquele assento e meio que ignorei quando Peter admitiu que estava com tédio, realmente, a brincadeira estava demorando para acontecer, não faria nada mal abordar alguém antes. De forma sorrateira, caminhei até a garota que capturou minha atenção e pousei minhas mãos em seus ombros por trás e inclinei levemente o meu corpo para que minha boca ficasse a altura de seu ouvido. — Quer companhia? — As palavras saíram numa altura que só poderia classificar aquilo como um sussurro. Retirei as mãos de seus ombros assim que consegui seu consentimento em um gesto de afirmação feito com a cabeça e me sentei no chão, ocupando o espaço ao seu lado. Quando finalmente pude analisar sua face, pude reconhecer quem era a figura, a irmã mais nova da minha chefa. Não esbocei nenhuma reação suspeita, não tocaria no assunto se ela não tocasse.
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Amante do Caim
Melanie Melborn Stoker
Puta

Postado em Sab Jul 30, 2016 2:26 am


take me out



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.

O jogo nem sequer havia começado, mas os desafios obscenos e risadas altas estavam a todo vapor, e aquilo me animava. Enquanto um grupo de garotos riam de outro deles, esfregando o próprio pênis, eu sentia falta de uma pessoa naquele lugar. Amber. Dificilmente Cora não a teria convidado, e embora a reuniãozinha parecesse mais divertida sem ela ali para chamar a atenção de todos para si mesma, eu tinha meus próprios planos que envolviam a garota. Enquanto isso, minha companhia se resumia no copo de tequila que eu havia virado alguns minutos atrás, numa tentativa falha de apagar o nervoso que havia sentido naquela noite horas atrás. Minha mente viajava entre meus próprios problemas e o apartamento tão bem decorado de Cora. Imaginava se meu pai veria problemas se eu pedisse para viver sozinha em um daqueles, para que eu não tivesse que aturar Mackenzie agindo como minha mãe sob o mesmo teto. - Foda-se - pensei alto, me servindo de outra dose de vodka e virando-a num gole só. Eu estava lá para me divertir, não para remoer meus problemas como um bêbado de bar. Talvez fosse hora de começar a diversão de verdade.

Eu estava prestes a me levantar de onde estava, quando um rapaz moreno se aproximou tocando meu ombro, perguntando se eu queria companhia. Olhei seu rosto de relance rapidamente, enquanto me levantava dali, mas foi o suficiente para saber que eu iria sim querer sua companhia, entre outras coisas. - Acho que vou querer mais que sua companhia daqui a pouquinho - dei uma piscadela somada à um sorriso ladino e me caminhei até o sistema de som de Cora, que espalha música por todos os cômodos da casa. A situação pedia diversão, e então nada mais justo que um clássico. As primeiras batidas da música começavam, e eu me aproximei de Cora sem aviso prévio - Você não vai querer perder essa - sussurrei em seu ouvido antes de puxa-la comigo em direção à mesa de centro da adega, e a esta altura do campeonato loira já deveria saber o motivo.

Me sentei lentamente sobre a mesa no ritmo da música e subi minhas mãos por minhas pernas, para que encurtasse minha saia lentamente. Em seguida me coloquei de pé sobre a mesma, ainda passando minhas mãos pelo meu corpo, enquanto a loira repetia o processo ao som da música. Minhas mãos ajudaram-na a se colocar em pé ao meu lado lentamente, até que nossos corpos se prendessem de frente um ao outro. Diante a oportunidade, arranquei um breve beijo da loira sem pensar duas vezes, enquanto minha mão agora passeava seu corpo - inclusive por dentro de sua roupa - na mesma batida da música. Quando nossos lábios se separaram a música já estava no refrão, e rebolávamos de forma sensual, passeando as mãos por nossos corpos, até nossa cabeça, jogando os cabelos no clima quente da música. Diante daquele close, uma garota ruiva que mais cedo desafiava rapazes - Leryna, seu nome - resolveu entrar no clima, se juntando-a nós sobre a mesa, seguindo nossos movimentos sensualmente até o fim da música. Há muito tempo não fazia uma loucura como aquelas, era o que eu estava precisando pra falar a verdade. Amém Britney Spears.

As reações sobre nossa performance foram diversas, enquanto meu corpo estava em estado de exstasse. Ao fim da música, o misterioso rapaz moreno que havia me oferecido companhia mais cedo estava próximo a mesa, e me ofereceu ajuda pra descer. Consenti a gentileza com um sorriso, e o rapaz segurou minha cintura, trazendo-me pro chão. Meu modo inconsequente estava ativado, e minha mente estava a mil devido a bebida e a performance que havia deixado meu corpo suado. Esse mesmo modo inconsequente fez com que eu beijasse aquele estranho impulsivamente entre o meio tempo em que estava no ar em seus braços e no chão. Sabia que em determinado momento, aquelas atitudes impulsivas me trariam problemas, mas não era hora de pensar nas consequências, e sim de agir.



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Anya Bourscheid-Shër
Amante do Caim

Postado em Sab Jul 30, 2016 3:18 am

 
 Cheerleader  
   

Qual era o problema dos moradores de Autumn Valley, duas festas na mesma semana? Como se não bastasse a trágica festa de Melanie, Cora havia inventado de fazer uma reuniãozinha em sua casa, e por reuniãozinha eu entendia muita bebida e gente nua pra caralho. Ajeitei o vestido que eu trajava enquanto entrava no elevador junto a Heidi. - Você tem sorte de não estar na faculdade, mas as vezes eu acho que perde metade da diversão. - Brinquei com a garota. Heidi saía tanto quanto eu e talvez até mais, mas não desfrutava da maravilha que eram as festas clandestinas na universidade.

Cheguei no local já me deparando com uma intimação, eu precisava tirar alguma peça de roupa. Mordi o lábio inferior com a ideia, abrindo a porta da adega e jogando meu vestido para trás, afastando-o de mim com um salto. Havia muita gente ali, joguei minha bolsa de lado e fui em direção a Caim, uma pessoa que me interessava na festa. - Se eu soubesse que você estava aqui, tinha vindo antes. - Mordi seu lábio inferior, roubando um beijo logo em seguida. Com uma risada, me afastei dele e me sentei em algum lugar vazio.
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Amante do Caim
Aiden Köhler Noxxvylle
Puta do Gunter

Postado em Sab Jul 30, 2016 5:35 am

Wish we could turn back time, To the good old days. When our momma sang us to sleep, But now we're stressed out.
Como um ser humano calculista, Aiden executava qualquer movimento após um cálculo minucioso feito com precisão a fim que o desejado seja concretizado. A musculatura facial se contraiu de relance em um rápido comando cerebral, fazendo com que o nariz se franzisse e sugasse oxigênio no processo, o qual usou para repor no seu estoque. Necessitava fazer isso com frequência para se manter ainda vivo, ou algo parecido com estar vivo, ou próximo. Por fim, o ar saiu carbonizado num suspiro pesado, descontente, e Noxxvylle repetiu o mesmo procedimento várias vezes ao longo daquele dia em especial. — Aquela? — Apontou com olhar para uma figura feminina salientada pelo brother ao lado, esta que seria a supostamente a alvo do mesmo. Uniu as sobrancelhas, e mais tarde gerou uma curvatura numa ao alto da testa – não tão alto -. — Seu gosto é questionável, amigo. — Deu uns solenes tapas no ombro maior, repletos de escárnio e sarcasmo. Sorriu de forma que mostrasse as duas coisas, dando de ombros ao mesmo tempo em que contraiu os lábios para o interior de sua cavidade bucal e os mordiscou, abafando a risada que insistia em sair. — Tô zoando, broder. Vai fundo, e tô falando no sentido literal. — Com um precipitar da palma no ar, ela se lançou abertamente para em direção à nádega de Gunter, dando-lhe uma palmada como tinha recebido anteriormente. — Aliás, precisa parar de chamar pelo meu segundo nome. Não gosto nem um pouco de Peter. — O comentário vinha entre um muxoxo e outro.

Imerso, perdido e submerso aos devaneios ele estava. Imóvel, seco, frio e ríspido. Encarava semblantes terciários com olhares mortais, assassinos e psicóticos. A inconstância humorística e psicológica sempre foi um problema desde os primórdios do nascimento de Noxxvylle, que se proliferou com mais grandeza quando as palavras vieram à tona. Saber se expressar é uma dádiva, porém, ele nunca foi dotado desta mesma dádiva. Muitas das vezes, o seu rosto se delineava inexpressível, como alguém que teve a vida retirada do seu véu. — Eita, porra. — Estava andando pelas redondezas, próximos aos seus amigos, mas furtivamente. Não queria dar a impressão de ser um seguidor, exceto no Twitter. Passando ao lado de Caim, Peter se jogou para frente do mesmo e, assim, impediu que o mesmo recebesse o selo da garota. — No meu homem não. — Salientou enquanto a mesma palma que empunhou a nádega de Gunter num tapa bem dado, fez o mesmo com a de Caim. — Você anda malhando a bunda ultimamente, Caim? Tá durinha e redondinha. — Comentava e dava de ombros. Posteriormente, voltou ao seu ponto de origem.

Só não vou para casa, porque provavelmente vou me perder novamente. Não. Tem bebida, muita pra falar a verdade, quero beber e muito. Dissertava consigo mesmo no interior dos seus pensamentos. Parecia estar conversando com a própria pessoa, ou um clone, numa mesa em uma sala com iluminação precária, bem cenário de seriados policiais. Correu os olhos por cada milímetro do local que estava dentro do seu campo de visão, além do local onde estavam permitia certa perspectiva. Nada de incomum, de surpreendente. Nada. Levou a mão até em frente os lábios, de leve mordiscou a ponta da unha do polegar e tentava em pensar no que fazer. Beber. Concluiu e deslocou o corpo a passos lentos até a mesma que abrigava alguns copos com as bebidas. Pegou um, pois já estava mais do que na hora de sentir o álcool entorpecedor o seu cérebro novamente. O recipiente era um copo plástico avermelhado, é idêntico aos filmes americanos. Tem gente mais sozinha do que eu aqui. Comentou com o olhar direcionado à dona do recinto, assim como daquela social. E mais bonita também. A encarava de relance pelos rabos dos globos oculares, desviando o olhar de forma com quem não mostrava interesse algum e entornava o líquido no copo aos poucos. Demoraria alguns períodos temporais para que o efeito o tomasse, entretanto, isto depende da quantia de que irá ingerir de cerveja, por isso é preciso maneirar nos litros.

Quando findou de degustar totalmente, Aiden andou novamente até a mesa onde capturou dois copos, um em cada membro superior. Os pés do moreno o conduziram até a frente de Cora que estava imóvel em certo ponto da localidade, talvez meio desanimada por estar “sozinha”. — Alguém como você não deveria estar sozinha aqui. — Com as mãos escondidas atrás das costas, as palavras foram ditas enquanto passava pela jovem de mechas douradas, a surpreendendo pelas costas. O timbre imitido pelas cordas vocais do jornalista era rouco e grave, e vinham em um tom baixo, num sussurro rente à entrada auditiva da mais bela. — Cerveja? — Tirou donde guardava as mostrava e estendia uma bebida para alheia enquanto sibilava o substantivo, um sorriso unilateral era inibido nos lábios do fino do rapaz que a olha de frente agora. Mais uma vez ascendeu o braço até a altura da face, tateando com a boca a forma circular da boca – do copo -. Empurrou parte do líquido para dentro de si e ingeriu, sem desvencilhar o contato visual que tinha nela. Era percebível a beleza natural, um pouco praiana, daquela que deu a festa, Aiden não deixava de notar isto.
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vitu.
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Puta do Gunter
Heidi Beauregard-Diehl
It Girls

Postado em Sab Jul 30, 2016 6:43 am





this is what
we came for.

Maquiagem impecável; um atrativo destaque na delineação sobre as pálpebras, cílios devidamente extensos, olhos azuis sobressaindo, lábios rubros e uma impecável cascata castanha-escura caindo até o meio das costas em um penteado solto. O look digno de quem estava realmente preparada para curtir a noite, composto por um vestido-suéter de seda acinzentada que se estendia até minhas coxas em uma cumprimento seguro para me livrar de qualquer amostra do meu bumbum, um par de botas pretas com um cano que cobria alguns centímetros acima dos joelhos, alguns poucos adereços e voilà – oh, e acima de tudo, uma determinação palpável de que aquela seria "a noite".

— Você tem sorte de não estar na faculdade, mas as vezes eu acho que perde metade da diversão. – As palavras saíram dos lábios da minha acompanhante, aquilo me fez despertar dos devaneios que eu tinha enquanto encarava as portas metálicas e fechadas do elevador para pousar o olhar nela. Os cabelos loiros, os traços refinados e o corpo magricelo envolto por um belo vestido me arrancou um sorriso devido a familiaridade de cada detalhe que a compunha. Eu havia sentido falta de estar com Amber. — Talvez eu perca a parte da diversão universitária, mas, ganho uns bons eventos da Vogue! – Rebati, acompanhando-a no gracejo, no elevador e possivelmente pelo resto da noite.

.
.
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Eu não sabia o que esperar de uma festa, em uma adega na casa de Cora Vodianovisk, mas tinha que admitir que a condição para se adentrar ao lugar era no mínimo divertida. Uma peça de roupa a menos para uma passagem liberada. Amber ousou mais do que deveria, desfazendo-se de uma vez do seu vestido. — Puta que pariu, alguém vai distribuir hoje, é isso? – Zombei, enfiando as mãos por baixo do meu próprio modelito somente para desfazer-me do sutiã sem alças que apertava meu busto. — Já não o queria mesmo. – Dei de ombros, lançando a lingerie rubra e rendada por cima do ombro antes de seguir o mesmo trajeto feito instantes antes por Amber para o interior da adega.

O cheiro de álcool misturado com alguns fragrâncias ali pareciam uma tóxica combinação, algo estimulante até, porque no segundo em que o inalei senti-me um pouco mais disposta a diversão. Algumas faces presentes no lugar eram definitivamente familiares; como o casal que se beijava vorazmente não muito distante, eu os conhecia da Vogue, Melanie e Gunter. Havia também a turma de jornalismo, Aiden, Roger... e claro, não poderiam faltar os universitários; Caim Bouwknech e sua parceira de crime, Leryna Tyrell – ainda que eu não frequentasse a universidade eu obviamente estava por dentro das coisas. Quanto aos demais, eram novidade para mim e a estes eu demorava um pouco mais em avaliar, como se quisesse grava-los em mente.

Encontrei a Vanderbilt acomodada em um canto, e eu teria ido até lá imediatamente se não sentisse a imensa necessidade de arrumar alguma bebida. Drinques estavam dispostos sobre uma mesa e aquele foi o meu destino – dois copos furtados por mim, um em um único gole meu beirou a metade, o amargor da bebida dominando meu paladar de imediato enquanto aquecia-me internamente. Quanto ao segundo copo, este fora deixado para Amber, ergui-o em sua face e com um sorriso zombeteiro a desafiei.

— Tudo em um único gole! Quero você louca hoje a noite. –

all rights for wes


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Leryna Tyrell Mormount
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Postado em Sab Jul 30, 2016 6:47 pm


Festa da Cora. Cora dentro Cora fora.

Terminei minha taça de uma só vez e fui em busca de wifi para postar fotinhos das pessoas se masturbando, meu irmão e seu boy gato, umas mina louca dançando e etc, e por mais que Cora morasse em uma cobertura fodeliciosa, o wifi dela era péssimo, então tudo o que eu pude fazer foi me juntar às mina louca e dançar Britney lindamente. Olhei para a minha anfitriã, que estava maravilhosa naquele dia, dançando deliberadamente, rebolando muito gostosa mesmo com sua amiga Melanie, que também era um ser bem apessoado, e não conseguir conter meus sentimentos, cheguei perto de ambas e me pus a dançar por algum tempo.

Talvez fosse o vinho, talvez fosse apenas tesão reprimido, mas independente do motivo, dei por mim entrelaçando meus dedos nos cabelos loiros da menina, que passavam uma sensação boa na minha pele e pressionei para frente a fim de juntar mais nossos rostos, ela pareceu surpresa porém não chateada e tomei isso como um sinal verde. Podia sentir sua respiração no meu rosto e percebi que já era tarde demais para voltar atrás. Não que eu quisesse de qualquer jeito.

- É uma boca. Bela boca. - sussurrei com um sorriso pela piada interna e beijei a devidamente descrita, bela boca. Seu gosto era doce e relaxante e me deu vontade de puxa-la para mais perto, mas foi uma ação contida. Experimentei cada canto de sua boca, dando um presente de um prazer inenarrável à minha língua, já queria fazer isso à muito tempo. Então, tão súbito quanto começou, finalizei o beijo e voltei a dançar como se nada tivesse acontecido.

Depois de algumas curtidas, voltei para o banquinho maravilhosamente bem estofado e enchi minha taça com meu vinho bonito e rosado, para logo me levantar e procurar algum canto escuro com um sofá, um lugar perfeito para alguém não tão sociável poder fazer suas tropas avançarem no Clash Of Clans, enquanto beberica o vinho como uma nobre rainha de uma série de Tv. Afinal ficar no meio da galera é muito mainstream.
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Hipsters
Gunter Alek. Toweë
Amante do Caim

Postado em Dom Jul 31, 2016 1:43 am

let's drink laugh and play

u knw wt im say

Minha abordagem resultou em uma resposta que me fez esquecer a árvore da família dela em poucos segundos, o que me fez sorrir de canto perante a mesma. Poucos segundos que eu já estava ali, ela se levantou e eu franzi o cenho em sinal de confusão, juntando as sobrancelhas, me questionando o que eu fiz de errado, pois ela se retirou do meu lado sem maiores explicações. Antes de agir, a acompanhei com o olhar por todo o trajeto a procura de sinais que pudessem elucidar a saída repentina. A música mudou de uma hora para outra momentos depois que ela se pôs de frente ao aparelho de som e depois sumiu temporariamente de minha vista. Quando meu campo de visão conseguiu abranger a silhueta da universitária, ela estava caminhando para a direção da mesa com uma amiga igualmente gostosa. Ao meu lado, um rapaz chapado de bêbado, suas mãos frouxas estavam em torno de uma garrafa de vodca pura, pude reconhecer que a mesma pertencia ao local, já que havia inúmeras destas alojadas em certos lugares das 4 paredes que nos fechavam. "Ele não vai brigar comigo se eu pegar emprestado, se bem que o filha da puta já tá é inconsciente." Com cuidado para não acordá-lo, retirei a garrafa de sua mão e peguei um copo de shot que estava ao meu alcance. Preenchi o recipiente com a bebida e a levei para meus lábios, fechei os olhos e tomei o conteúdo todo de uma vez, repeti o ato mais duas vezes e depois passei a beber direto da boca da garrafa, e parei em um certo ponto em que eu julguei suficiente, eu queria estar fora de mim naquela noite sim, mas também não queria estar fora do planeta Terra.

Assim que terminei de beber a quantidade ideal para aquela noite, observei as duas subindo na mesa que iria rolar a suposta brincadeira e começaram a dançar. De início, a contemplei deslizar as mãos sobre a própria perna, os movimentos encurtavam a sua saia, e qualquer centímetro percorrido por ali ela fez questão de o exercer totalmente sexualizado. A loira, que estava mais tímida que Melanie, recebeu ajuda da mesma para ficar de pé sobre a mesa e logo começaram a aproximar os corpos numa dança. Os corpos não foram as únicas coisas que ficaram colados entre as duas, presenciei um beijo vindo das duas, não havia resquícios de timidez em nenhum movimento que elas faziam. "Então você não tem vergonha?" Meus pensamentos já estavam bem mais pra frente do que o Relampago Marquinhos numa corrida contra fusquinhas. Tudo tornou-se mais interessante quando a ruiva que minutos atrás deu um puta apertão nos ovos do Caim subiu na mesa e juntou-se àquele espetáculo. Aquelas universitárias estavam fazendo valer a pena cada segundo que eu teria de dor de cabeça no dia seguinte. Assim que o número de dança delas acabaram, tomei a iniciativa de me aproximar da garota e ajudá-la a descer da mesa, vai ver que o efeito do álcool poderia fazer ela cair e se machucar ao ponto de ir para o hospital, e isso mandaria a minha noite para o caralho.

Ofereci meu corpo como apoio para ela descer, meus braços firmaram-se em torno de seu corpo e a trouxe para o chão novamente, mas antes, enquanto o corpo dela ainda estava para tocar o chão, senti os seus lábios colarem-se aos meus num ato inconsequente, e eu o retribuí de bom grado. É, isso foi um erro, com toda a certeza. Mas não um erro qualquer, ele foi o pontapé inicial para eu começar a cair numa cadeia de erros, que eu, com toda certeza, os cometeria novamente. — Quer saber?! — Exclamei numa pergunta repentina, com os olhos fixos nos lábios dela em sinal de desejo por mais. — Vamos sair daqui. — Não fazia nem 30 segundos que ela já estava no chão, mas eu ignorei isso e a coloquei novamente no meu colo, minhas mãos afixadas no corpo da garota, uma na região da junta entre suas pernas e a outra pouco acima da sua cintura, deixando-a numa posição confortável para deitar a cabeça no meu peito e deixar ser guiada por mim. Eu já estava pronto atravessar a porta do local e ir pro elevador quando lembrei de uma provocação que o Aiden me fez logo que chegamos, eu iria retribuir a provocação, mas eu não o encontrava. Por sorte, eu e ele já tínhamos debatido sobre situações semelhantes que poderiam vir a acontecer e botei em prática o nosso plano de "encontro". — BIIIIIIIIIRL! — Minha exclamação veio do nada, esperei que a universitária em meus braços não se importasse com aquilo. Todos pareceram ignorar, menos o meu alvo, eu escutei um BIIIIRL também em resposta, e logo ele apareceu de um lugar aleatório, não se aproximou, mas eu podia vê-lo e vice-versa. Por estar tomando posse de Melanie em meus braços, lancei um olhar para Aiden de "sou foda" e em seguida comecei movimentar minha pélvis num vai e vem pra cima e pra baixo no ar, semelhante o que ele fez pra mim no início da "festa", mas sem a mão por cima da calça pra não largar a coitada no chão. — O chão tá escorregadio, tive de me equilibrar, alguém derramou bebida aqui. — Me prontifiquei a responder a garota antes que ela perguntasse que porra eu estava fazendo. Realizei uma rápida troca de olhar com o Aiden de "Té mais, parsa" vindo de mim e um "Se encapa" vindo dele. Sem mais motivos para continuar ali, atravessei a porta da adega, peguei a peça de roupa que eu retirei mais cedo, assim como Melanie e adentramos no elevador. Meu quarto era o próximo destino, mas eu não iria esperar até lá, minhas mãos ousaram em suas pernas e minha boca desceu para a sua assim que as portas metálicas do elevador se fechou a nossa frente.

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